Continue a história – Uma aventura na Amazônia

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Uma aventura na Amazônia

(inspirada em sugestão do plenamigo Bento Mafra da Costa e Silva)

Xereta acordou com um barulhão na janela.

– Acorda, Xereta! Sou eu, o Edu!

A menina olhou o relógio – cinco horas da manhã! Enquanto abria a janela para o amigo empenado, sussurrou, um pouco brava:

– Caramba, Edu, fala baixo, meus tios ainda estão dormindo. O que aconteceu?

– Eu tive um sonho!

– Eu também estava tendo um…

– Deixa de ser ranzinza, a coisa é séria. Eu sonhei com os meus pais, e eles estavam pedindo socorro!

A menina esfregou os olhos. Quando conheceu Edu, ele estava sozinho, machucado, fugindo do fogo que queimava toda a mata. Dos pais dele, nem sinal.

– Edu, se acalma, foi só um sonho.

– Eu sei que os meus pais sumiram no incêndio, Xereta. Mas eu nunca deixei de acreditar que eles escaparam. E agora eu tenho certeza – eles estão vivos, sim, e precisam de ajuda!

– Migo, se aninha aqui do meu lado, tenta dormir um pouco. A gente vai conseguir pensar melhor…

Nem deu tempo de terminar a frase. O celular de Xereta tocou. Vendo o nome da mãe no visor, ela atendeu, com o coração aos pulos:

– Alô, mãe?

– Oi, filha. Desculpa a hora, mas eu precisava falar com você. Tô muito preocupada.

– O que houve?

– Seu pai descobriu um grupo de traficantes de animais silvestres agindo na mata, perto dos guaranazeiros. Tem um monte de bichos aprisionados.

– Égua!

– Tem arara, tucano, sagui… mas ele se espantou mesmo foi com um casal de corujas muito parecido com aquele filhote perdido que você salvou do fogo.

Xereta arregalou os olhos: seriam os pais de Edu?

– Mãe, chama o pai, eu preciso falar com ele!

– Foi por isso que eu liguei. Seu pai foi sozinho tentar libertar os animais e eu não estou conseguindo falar com ele. Vem aqui pra Maués, filha, e traz o seu amigo. Preciso de vocês!

Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura "plenarinho.leg.br - Câmara dos Deputados" e não seja para fins político-partidários

5 Comentário(s)

  • by Marlon Maciel da Silva Filho postado 18/01/2021 22:52

    Xereta pegou sua mochila e foi correndo encontrar sua mãe. Quando chegou na floresta , logo a mãe de xereta perguntou: – O que tem nessa mochila menina? -Xereta respondeu: meu Bodoque, minha corda de pular corda, minha capa de chuva e claro muitos biscoitos de chocolate. Assim então Xereta e Edu entraram na mata… Olha Edu nossos amigos animais estão presos… O que vamos fazer? – Edu então responde: vamos esperar anoitecer xereta e vamos resgatar nossos amigos. A noite caiu Edu e Xereta tinham um grande plano para ajudar seus amigos… Enquanto os caçadores traficantes de animais dormiam xereta jogou muitas pedras com seu bodoque , assim que os traficantes ouviram saíram correndo para ver o barulho… Assim Edu e Xereta fizeram um grande boneco com a capa de chuva… os mesmos acharam que era um fantasma da floresta e desmataram… Edu e Xereta amarraram os traficantes. Chamaram a polícia que os prendeu. É juntos libertaram seus amigos animais. Foi uma grande aventura.

    • by Marlon Maciel da Silva Filho postado 18/01/2021 22:54

      Eu quis escrever que os traficantes ” desmaiaram” e saiu errado. Marlon

      • by Turma do Plenarinho postado 19/01/2021 12:26

        Sem problemas, Marlinho! Obrigada por sua participação! Abraços da Turma!

  • by valentina tomas soares postado 19/01/2021 19:05

    um dia ,xereta fez uma repontragem, iaaaaaaaa, os animais estao em perigo . dias depois ajudou.

  • by FLAVIA B V DE SOUZA postado 24/01/2021 23:49

    – Mas, mãe, como ele pode se arriscar assim por um… animal?
    – Porque ele é um animal, querida, A diferença entre ele e as vítimas do incêndio sabem não serem racionais.
    -Mãe, sabe de uma coisa? Acho que Xereta ainda está sonhando. E que estou metida no meio. Alguém precisa fazer com que ele acorde. Um bom balde de água fria, que tal?
    – Quem precisa de água é a floresta, Ah, Edu, querida… preciso desligar. Mando notícias. – disse.
    – MÃE! – gritou Edu.
    – Diga, minha querida. Mas seja breve.
    – Prometa-me uma coisa? – E sem esperar pela resposta, a garota sussurrou, a voz embargada – Apague esse fogo, mamãe.
    Ambas trocaram um olhar condescendente, E a mãe evaporou-se pelos céus. Uma chuva torrencial começara a cair na Amazônia. Xereta jamais deixou de se perguntar porque Edu parecia tão feliz em chorar. Edu jamais saberia, mas um anjo, por viver nas nuvens, só pode acariciar a face dos entes queridos em forma de lágrima.

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